Os teus sintomas sugerem uma alteração predominante ao nível da função digestiva. Isto pode incluir digestão mais lenta, fermentação aumentada, produção de gases ou resposta exagerada a determinados alimentos.
Nem sempre está relacionado com “más escolhas alimentares”, mas frequentemente com a forma como o sistema digestivo está a funcionar.
Em muitos casos, existe uma componente de motilidade intestinal alterada, produção enzimática insuficiente ou sensibilidade aumentada da mucosa intestinal.
A intervenção passa por ajustar não só a alimentação, mas também a forma como o organismo processa essa alimentação. A culpa raramente é do alimento, mas do estado interno atual do corpo.
Antes de mudares o que comes, vale a pena olhar para como comes, porque grande parte do que se passa neste perfil decide-se aí. O que podes começar a observar e a ajustar desde hoje:
O que este resultado não consegue determinar, e que faz a diferença: se o que predomina é menor produção de enzimas, motilidade lenta, sensibilidade aumentada da mucosa ou excesso de fermentáveis na tua alimentação.
São quatro mecanismos diferentes, com estratégias diferentes, e distinguir qual pesa mais no teu caso é precisamente o que se faz em avaliação individual com a minha equipa de nutrição clínica.
Se decidires avançar, partimos exatamente daqui: do teu caso, não de um protocolo igual para todos.